Os primeiros dias de comédia de Keegan-Michael Key que precederam Key & Peele

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Keegan-Michael Key não apenas tropeçou na fama. Ele trabalhou para isso. Muito antes de se tornar um nome familiar ou um ícone de filmes de terror, ele fazia esboços em Los Angeles. Sua grande chance chegou na MADtv. Ingressou no elenco em 2004. Ficou até 2009.

Aquela temporada de cinco anos no programa de comédia de esquetes foi onde ele afiou suas ferramentas. Ele não fez apenas impressões. Ele os dissecou. Ele acertou Barack Obama. Ele capturou a essência de Sidney Poitier. Não foram apenas trechos rápidos. Eles eram estudos de personagens. O show deu a ele uma plataforma. Ele usou isso com sabedoria.

Mas o verdadeiro pivô aconteceu quando ele parou de trabalhar sozinho. Ele se juntou a Jordan Peele. Eles viram uma oportunidade. O cenário da comédia estava mudando. Eles queriam preencher uma lacuna. O resultado foi Key & Peele. Foi lançado em 2012. Terminou em 2015. A dupla pegou as habilidades que aprimoraram no MADtv e construiu algo totalmente novo.

Este período da carreira de Keegan-Michael Key é frequentemente esquecido. As pessoas se lembram dos filmes de terror ou do trabalho de voz. Eles esquecem os anos de desenho. Esses anos foram cruciais. Eles lhe ensinaram o tempo. Eles lhe ensinaram parceria. Sem esses cinco anos no MADtv, a dinâmica entre Key e Peele poderia nunca ter funcionado.

Só as impressões já valem a pena assistir hoje. Observe-o como Obama. Observe-o como Poitier. Você vê a precisão. Você vê a restrição. Ele não estava apenas zombando dos números. Ele os estava entendendo. Essa é uma habilidade difícil de aprender. Isso leva tempo.

Depois veio a colaboração com Peele. Eles trouxeram a mesma precisão para seu próprio show. Key & Peele foi ao ar por três temporadas. Funcionou de 2012 a 2015. Provou que o formato do esboço não estava morto. Só precisava de rostos novos. E Key era um deles.